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O Arauto Brasileiro

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Presidente nacional do PSDB culpa PMDB e vai ao Supremo para tornar Dilma inelegível

Voto de líderes do PMDB em prol da ex-presidente Dilma Rousseff causa atrito com PSDB e DEM.

Brasília - O senador Aécio Neves fala na sessão plenária para decidir sobre a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (Antonio Cruz/Agência Brasil)

Em matéria publicada pela grande mídia, recebemos a informação de que as lideranças do PSDB e do DEM anunciaram que vão recorrer ao Supremo Tribunal Federal contra a decisão de fatiar o julgamento da agora ex-presidente Dilma Rousseff no impeachment, a qual levou ao abrandamento da pena e que livrou a petista da inabilitação política por oito anos.

Parlamentares dos dois partidos se reunirão ainda nesta quarta-feira para definir os detalhes do recurso e como passarão a se comportar na base aliada do presidente Michel Temer (PMDB). O voto dos peemedebistas causou uma crise com tucanos e democratas.

Segundo o presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves (MG), o PMDB é culpado pelo desfecho do julgamento e ele disse ter sido surpreendido em cima da hora. Ele colocou em dúvida o compromisso real de lideranças peemedebistas com o governo Temer e as reformas propostas econômicas e acordadas com o partido.

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Aécio Neves afirmou:

Saíamos dessa sessão histórica por um lado aliviados pela virada de página e pela possibilidade de o presidente Michel assumir definitivamente, mas por outro lado saímos preocupados com essa posição de setores do PMDB, que não nos dá segurança em relação à parceria para o futuro.

Ele disse ainda:.

O Brasil não comporta mais ambiguidades. É preciso que setores do PMDB digam até que ponto estão comprometidos com esse projeto, até que ponto estarão ao lado de reformas preconizadas pelo presidente Michel Temer e apoiadas pelo PSDB. Isso deixa dúvidas”.

Já nos bastidores do congresso, a articulação de aliados de Dilma para conseguir fatiar o julgamento em duas etapas (uma para a perda de mandato e outra para a inabilitação política) foi atribuída a um acordo com presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Renan sempre se disse desconfortável com o impeachment, mas declarou na sessão desta quarta, sentado à Mesa Diretora, ser contra a suspensão dos direitos políticos da petista.

Por outro lado, uma parcela do PSDB passou a defender ao fim da votação um rompimento com Temer. Eles reclamaram de não terem sido avisados da posição dividida do PMDB.

O líder do PSDB, senador Cássio Cunha Lima (PB), reclamou:

“O PMDB começou a tratar o PSDB da maneira que era tratado pelo PT”.

Já o presidente do PSDB, Aécio Neves, disse:

Nós e o Democratas fomos surpreendidos. Não houve uma palavra de ninguém do PMDB na direção dessa mudança de posição.

Se nós percebêssemos a quantidade de ambiguidades que já havíamos denunciado e sinalizado antes, certamente esse apoio não poderia existir, já que não haveria compromisso com essas reformas. Para nós não foi nada positivo a posição final de inúmeros e ilustres líderes do PMDB na segunda etapa dessa votação.

O senador Ronaldo Caiado (GO), líder do DEM, afirmou que o abrandamento da pena foi um acordo entre PMDB e PT:

Esse resultado indiscutivelmente surpreende. Houve um acordão nas últimas horas.

O senador Álvaro Dias (PV-PR) disse:

Passa-se meia mensagem ao povo brasileiro. Os senadores rasgaram a Constituição e revogaram a lei das inelegibilidades. O condenado não é punido de forma terminativa.

Havia uma divisão muito forte dentro do plenário e eu não tinha conversado com a bancada. Qualquer posicionamento que eu tomasse para um lado ou para outro poderia contaminar o sentimento dos senadores que fazem parte do PMDB. Portanto, como não teve orientação, preferi não punir a presidente duas vezes.

Não houve entendimento, não houve acordo e isso em nada altera o comportamento da base. A base ficou clara: Temer recebeu 61 votos para governar o Brasil.

O recurso ao STF a ser impetrado pela base de Temer, liderado por PSDB e DEM, vai questionar a decisão do Senado de dividir o julgamento.

Não poderia ter havido o desmembramento da votação. Esse fatiamento merecerá uma reflexão profunda do STF. E a Constituição é clara quando diz que a sanção é clara, a perda do mandato com a consequente perda dos direitos políticos.

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Roberto Mayrink
Autor(a): Roberto Mayrink

Engenheiro, escritor e pesquisador autodidata. Criador de vários websites. Analista político. Conservador e monarquista. Estudioso de História, Genealogia, Heráldica e outras ciências relacionadas.

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