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O Arauto Brasileiro

O jornal da família tradicional brasileira

O jeito “NOVO” de dominar a máquina partidária

3 min read
Como as velhas práticas da política associadas com agressivas técnicas de gestão centralizada definem o "novo" jeito de ser da gestão partidária.

João Amoedo criou um arremedo de partido político – esta que é uma organização pública de representação política dos cidadãos brasileiros – afinal ela pode propor até ao STF as chamadas ADINs (Ações Diretas de Constitucionalidade) caso possua uma representação no congresso nacional, e transformou esta mesma organização pública de representação cidadã em entidade privada, uma espécie de clube político onde para se filiar é obrigatório pagar a mensalidade de R$28,81 mensais (mais cara que a Netflix por sinal).

Para ser candidato a algum cargo pelo NOVO você tem que passar pelo chamado “processo seletivo” sem plenárias do partido. 

Além disso, o NOVO mama no fundo partidário público e diz que vai doar o dinheiro do fundão para hospitais e entidades filantrópicas ligadas ao partido, ou seja, precisamos desenhar o que isso quer dizer, caros leitores?

Isso sem falar na agenda globalista da ONU que ele carrega, pautas como ideologia LGBT, ideologia de gênero para crianças, doutrinação nas escolas, legalização de drogas e claro, o discurso do politicamente correto e  muito mais da agenda da NOM.

Voltando a questão da mensalidade obrigatória

O objetivo aqui é para não atrair pessoas para o partido de propósito, isso mesmo, isto evita confronto de ideias e cria a figura do cacique ou guru que tudo sabe e que tudo vê, e que neste caso é o Amoedo e neste contexto será presidente do partido ad aeternum.

Um bom exemplo de partido político brasileiro que adota práticas idênticas é o PSTU, que obriga aos filiados a fazerem cotizações e participar de reuniões para se manter vivos na estrutura partidária, uma rede de burocracia criada para impedir a organização interna de pensamentos diferentes e com isso possibilita ao cacique político dominar o partido com mãos de ferro

(Na verdade, essa é uma prática bastante comum da esquerda).

No caso de eleições, somente a alta cúpula decide quem virá candidato pelo partido “X” em questão, ou seja, o tal “processo seletivo” que o NOVO diz ser “novo”.

Logo, o NOVO nada mais é do que a velha forma de pegar algo público e aparelhar para si. Ou seja, é uma versão “laranja” dos mesmos partidos socialistas progressistas de sempre!

Agora fica o alerta: alguém como João Amoedo não quer grana – isso ele tem de sobra – o que ele percebeu, é o poder que um partido político tem em nosso país.

Infelizmente nossa constituição dá muitos poderes a partidos políticos, como o exemplo da ADIN citada anteriormente; é por isso que já existem centenas de partidos querendo ser legalizados, todos com seus caciques para negociar uma parte do Estado para si e o NOVO não é diferente nem um pouco.

Pela “bagatela” de R$28,81 mensais, não vai ter nem filme, nem série nova estreando, é tudo reprise.

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