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Risco de incêndio do Museu Nacional foi denunciado há mais de um mês

Representação foi realizada ao MPF há pelo menos 37 dias antes das chamas destruírem todo o acervo do lugar. Preocupação maior era com o terceiro andar do prédio.

Estátua de Dom Pedro II e ao fundo o Museu Nacional em chamas

A denúncia de risco de incêndio do Museu Nacional do Rio de Janeiro foi feita no final de julho do presente, e, foi protocolada no Ministério Público pelo Dr. André Martins de Miranda, advogado e vice-líder nacional da Organização Império do Brasil.

Conforme matéria do G1, outra denúncia realizada em laudo apresentado pelo Sr. Paulo Coutinho, arquiteto de patrimônio histórico e aluno do professor e filósofo Olavo de Carvalho em seu Seminário de Filosofia.

Um trecho da denuncia evidência claramente o perigo de incêndio e diz o seguinte:

DA REQUISIÇÃO DA UFRJ

Atualmente, a UFRJ requisitou a área para que seja espaço de reserva estratégica, privativa da administração e vetada ao público em geral. Ocorre que a UFRJ, que administra o Museu Nacional, não esta conseguindo sequer manter o prédio do Palácio Imperial da Quinta da Boa Vista, pois, conforme se vê nas fotos em anexo, os salões do palácio, cujo acesso é restrito ao público, contam com fios descobertos, extensões e fiações irregulares, gambiarras e tomadas externas irregulares, teto sem forro, entre outros problemas estruturais por que passa o Palácio Imperial de São Cristóvão, sede do Museu Nacional. O descaso é completo com a história! Isso pode, inclusive causar risco de incêndio no local, principalmente na área do terceiro andar onde ficam os escritórios.

O arquiteto, que inicialmente se pronunciou de forma anônima, fez ao Ministério Público Federal (MPF) do Rio de Janeiro, uma denúncia de que havia risco de incêndio no Museu Nacional. O relato foi feito em 27 de julho passado. Ou seja, 37 dias antes das chamas destruírem o acervo do prédio histórico.

No documento, o denunciante informava que era “urgente” a vistoria no local:

“Principalmente, no terceiro andar, para que se dê ciência à sociedade carioca e brasileira da real dimensão do risco que corre em seu patrimônio”, explicou na representação.

As informações foram recebidas pelo procurador da República, Sr. Antonio Augusto Soares Canedo Neto, que pediu explicações à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), responsável pela gestão do Museu Nacional.

A UFRJ foi procurada para explicar por que demorou a responder ao MPF. Até o momento, a reportagem não obteve resposta.

Duas das poucas imagens recentes do museu, ainda intacto, apesar da péssima administração…

Além disso a denúncia feita ao Ministério Público Federal (MPF) em julho deste ano sinaliza e prova que a ineficiência da UFRJ na preservação do patrimônio histórico é indiscutível.

Veja abaixo, as postagens das denúncias feitas pelo advogado Dr. André Martins Miranda, que também é candidato à deputado estadual pelo PSL-RJ:

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