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O Arauto Brasileiro

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Bolsonaro evita falar sobre PIB de 1,1% e a grande mídia o execra por isso

Após receber no Alvorada o comediante Márvio Lúcio, para participar de entrevista exclusiva, que será apresentada em seu quadro novo na Record, o presidente Bolsonaro pediu-lhe para responder aos repórteres da grande mídia, na entrada do palácio. Sentindo-se insultados com o ato, em retaliação, os repórteres abandonaram a coletiva antes do final.

Brasília (Infomoney) – Após ter sido amplamente criticado pela grande mídia quanto ao crescimento de 1,1% da economia brasileira em 2019, o presidente Jair Bolsonaro, pediu ao humorista Márvio Lúcio (que estava em visita ao Palácio da Alvorada para realizar uma entrevista exclusiva feita com o presidente, a ser veiculada no seu programa de estréia na Record) que respondesse em seu lugar às perguntas da imprensa sobre o ritmo da atividade econômica nesta quarta-feira 4.

O primeiro PIB do governo Bolsonaro é o menor do que o registrado nos últimos dois anos e corresponde a metade do que era projetado por economistas em 2018, às vésperas da posse do mandatário, sendo alvo de críticas bastante ácidas da grande mídia nos últimos dias.

Na chegada do presidente, o humorista reclamou da falta de perguntas e respondeu aos questionamentos que eram direcionados pela imprensa ao presidente. O desempenho da economia e o acordo feito com parlamentares para a votação dos vetos ao Orçamento impositivo foram os assuntos das perguntas.

Diante da negativa do presidente da República em responder às perguntas, os jornalistas viraram as costas e deixaram o local, alegando estarem sendo desacatados e insultados, enquanto o humorista teria feito provocações aos repórteres, gritando “outra pergunta” ou “não tem retaliação” e ter-lhes oferecido bananas.

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Frustração com o PIB

O resultado do PIB de 2019 é menos da metade do projetado inicialmente pelos economistas. Em dezembro de 2018, às vésperas da posse do presidente Jair Bolsonaro, analistas do mercado financeiro renovaram a aposta na retomada e projetaram crescimento de 2,55%.

Foi o terceiro ano seguido de fraco crescimento da economia brasileira. Em 2017 e em 2018, a primeira divulgação do PIB mostrou expansão de 1,1%. Posteriormente, os dados foram revisados para 1,3%. Em 2015 e 2016, houve queda no PIB.

Ministério vê ‘melhora substancial’

Em nota informativa para comentar o resultado do PIB em 2019, o Ministério da Economia destacou que a composição do PIB indica uma “melhora substancial”, com “aumento consistente do crescimento do PIB privado e do investimento privado”.

Para a pasta, isso mostra que a economia passa a mostrar dinamismo independente do setor público. O ministério também pontuou ser “fundamental” a continuidade da agenda de reformas para a consolidação da retomada da economia:

A agenda de reformas consolidando o lado fiscal e combatendo a má alocação de recursos mostra ser a estratégia adequada, e sua continuidade é fundamental para a consolidação da retomada da economia.

Paulo Guedes, Ministro da Economia

O comunicado do ministério comandado por Paulo Guedes aponta também que indicadores do mercado de trabalho e de crédito do setor privado mostram aquecimento com os “melhores resultados desde 2013”, e que o segundo semestre de 2019 teve crescimento anualizado de 2,3%, sendo o melhor segundo semestre desde 2013. O ministério afirmou:

Após um primeiro trimestre com crescimento baixo, diante de seguidos choques negativos (tragédia de Brumadinho, crise na Argentina e intempéries climáticas), o crescimento voltou a apresentar um ritmo de recuperação consistente.

Do lado da demanda, a nota destacou o crescimento dos investimentos (2,2%) e do consumo das famílias (1,8%), enquanto que o gasto do governo se retraiu em 0,4%. Já sob a ótica da oferta, o ministério pontua que o crescimento em 2020 foi puxado principalmente pelo crescimento dos serviços (1,3%) e da agropecuária (1,3%).

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Roberto Mayrink
Autor(a): Roberto Mayrink

Engenheiro, escritor e pesquisador autodidata. Criador de vários websites. Analista político. Conservador e monarquista. Estudioso de História, Genealogia, Heráldica e outras ciências relacionadas.