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O Arauto Brasileiro

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Repórter da “Grande Mídia” destaca ativismo intervencionista em Brasília

Com o nítido intuito de emplacar sob a batuta da Presidência da República a pecha de propagandista de ditadura, jornalista do El País dá destaque inoportuno a um ativismo intervencionista que não é endossado pelo atual governante. Fica evidente a tentativa de emplacar uma narrativa extremista e o incentivo ao onipresente vandalismo incendiário e reacionário da esquerda revolucionária.

Brasília (El País) – Em Brasília e em São Paulo, duas das principais cidades brasileiras em que foram registradas manifestações, foram vistos grupos isolados e minoritários de manifestantes que pediam o fechamento do Legislativo ou do STF mediante a intervenção militar, baseada numa interpretação equivocada e já bastante difundida do Artigo 142 da Constituição Federal.

O repórter do El País (mídia estrangeira de esquerda radical, notadamente oposicionista ao atual governo), Afonso Benites, entrevistou populares, entre eles, o mestre de obras, Valmir Ribeiro, 45 anos, que se identificou como intervencionista dando a seguinte declaração, compartilhada no Twitter do repórter:

A intervenção militar é o meio mais fácil e mais rápido do país se livrar dessa maldição que é a corrupção.

Valmir Ribeiro, 45 anos, mestre de obras

O repórter continua em sua infame ilação, tirando mais ossos do armário das teorias conspiratórias de esquerda sobre o regime militar e possíveis simpatizantes radicais. Segundo o repórter, entre os manifestantes entrevistados, haviam pessoas ainda mais radicais, como o militar da reserva e médico Vitório Campos, 65 anos, que segurava uma faixa com os dizeres: “Contra os vírus do STF e do Congresso, álcool e fogo! Fodam-se!”.

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DF, 03/05/2020 - Jair Bolsonaro / Manifestação
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Indagado por qual razão defendia incendiar outros poderes, assim respondeu Campos:

O povo brasileiro já está cansado de estar há 30 anos ou mais sob o jugo desses bandidos, de poucos bandidos, talvez uma centena ou mais que estão no comando desta nação.

Vitório Campos, 65 anos, médico e militar da reserva

O repórter compartilhou essa declaração do médico em seu Twitter:

Na ala mais moderada dos manifestantes, estavam o casal formado pelo empresário Luiz Pereira, 58, e pela dona de casa Liliane Melo, 52. Eles são contra o fechamento de poderes. Afonso Benites também compartilhou em seu Twitter:

Eles declararam ao repórter:

Temos visto e ouvido que ele (Bolsonaro) está sendo sabotado. Estamos aqui para apoiá-lo.

Luiz Pereira, 58 anos, empresário e sua esposa / Liliane Melo, 52 anos, dona de casa

Disseminando um pouco mais de discurso de oposição ao presidente, o repórter entrevistou um pequeno grupo de manifestantes que demonstrou preocupação com a disseminação do coronavírus.

Ao entrevistar a aposentada Maria de Fátima Souza, 65, anos, vestida com uma máscara cirúrgica, ela disse:

Vim aqui por patriotismo, pelo presidente, mas viemos prevenidas.

Também mascarada, a sua irmã, a faxineira Margarida Aleixo, 59, disse que desconfiava das orientações para que a manifestação fosse suspensa. Ela disse:

Pô, na segunda-feira vou trabalhar no metrô cheio. Por que as escolas fecham e o metrô não?

E ela ainda completou:

Para mim houve uma certa manipulação para que não estivéssemos aqui.

O repórter mais uma vez compartilhou essas declarações em seu Twitter:

O “Vírus da corrupção"

Na página no Facebook do movimento NasRuas, a manifestação marcada para 13h em São Paulo aparecia como “adiada”. Isso não impediu, contudo, que centenas de pessoas vestidas de verde e amarelo se concentrassem no centro da avenida Paulista, a via mais icônica da maior cidade do Brasil, com uma enorme bandeira deixava claro em sua mensagem: “Congresso inimigo do Brasil”.

O comando do ato ficou por conta do Movimento Direita Conservadora. Os organizadores gritavam do alto de carro de som palavras de ordem a favor do presidente Bolsonaro e contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal.

Em São Paulo, alguns cartazes e bandeiras continham mensagens contra o Congresso e o STF ou pediam uma intervenção militar e um novo Ato Institucional de número 5 (AI-5). “Cabe às Forças Armadas não permitir que sejam frustradas as aspirações de paz”, dizia um cartaz de um senhor. “AI-5 para defender o Brasil dos terroristas. Morte aos ladrões”, pedia uma faixa pendurada em postes. Outra mensagem aparecia entre os manifestantes: “Artigo 142 [da Constituição], leia-se AI-5”.

Os alvos preferenciais foram Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, ambos presidentes da Câmara e do Senado, respectivamente. Ministros do STF, sobretudo o presidente Antônio Dias Toffoli e Gilmar Mendes, também estavam entre aqueles que sofreram ataques dos manifestantes. “Esse rato deve ser cassado por conspirar contra o Brasil”, pedia um casal, em referência a Maia. O governador João Dória e o prefeito Bruno Covas também se tornaram alvos, uma vez que, segundo os organizadores, não foi permitida a entrada do veículo na Paulista – ele permaneceu parado na Pamplona ao longo do protesto.

Os manifestantes eram em sua maioria pessoas mais velhas e sem máscaras de proteção contra o coronavírus. Havia inclusive alguns cartazes ironizando o risco de contágio. “O vírus que mata brasileiros há muitos anos é a corrupção”, dizia um deles. “CorruptosVírus, esse mata”, anunciava outro.

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Roberto Mayrink
Autor(a): Roberto Mayrink

Engenheiro, escritor e pesquisador autodidata. Criador de vários websites. Analista político. Conservador e monarquista. Estudioso de História, Genealogia, Heráldica e outras ciências relacionadas.