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Governo anuncia adiamento por 60 dias do reajuste dos remédios

Presidente anunciou a medida pelas redes sociais. Bolsonaro afirmou que o adiamento do reajuste de todos os medicamentos é um acordo feito com a indústria. Associação que representa parte dos laboratórios nacionais diz ter feito a proposta.

Governo suspende por 60 dias aumento no preço dos remédios - Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Em publicação na tarde de hoje (31) no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro anunciou a suspensão do reajuste de preço de todos os medicamentos por 60 dias. A medida foi tomada em decorrência da crise causada pela expansão dos casos de coronavírus (covid-19) no Brasil.

O balanço divulgado hoje pelo governo federal mostra que o país tem 5.717 casos confirmados da doença.

O presidente destacou que a medida foi tomada “em comum acordo com a indústria farmacêutica”.

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta terça-feira (31) por meio de uma rede social um acordo com a indústria farmacêutica para que o reajuste anual de todos os remédios seja adiado por 60 dias. O motivo do adiamento é a crise provocada pela pandemia de coronavírus.

O Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), com 425 associados entre empresas nacionais e multinacionais, informou não ter sido consultado. A Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac), que representa 53 laboratórios nacionais, informou que fez a Bolsonaro a sugestão do adiamento (leia mais abaixo).

O reajuste seria de cerca de 4%, segundo a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, e deveria entrar em vigor nesta quarta-feira (1º).

Havia uma cogitação de que o adiamento valesse somente para medicamentos relacionados ao tratamento do coronavírus, mas Bolsonaro afirmou que valerá para todos.

O presidente escreveu:

Em comum acordo com a indústria farmacêutica decidimos adiar, por 60 dias, o reajuste de todos os medicamentos no Brasil”, escreveu o presidente.

Durante entrevista coletiva com ministros na tarde desta terça (31) no Palácio do Planalto, o ministro Walter Souza Braga Neto, da Casa Civil, reafirmou o anúncio feito pelo presidente.

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Associação diz ter feito proposta

O Sindicato da Indústria Farmacêutica (Sindusfarma) foi procurado pela imprensa para obter mais detalhes sobre o acordo anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro.

Em resposta, a assessoria da entidade afirmou:

O Sindusfarma não foi consultado sobre o adiamento do reajuste anual de preços de medicamentos anunciado pelo governo; por este motivo, não vai se pronunciar.

De acordo com o site do Sindusfarma, o sindicato tem 425 associados, entre empresas nacionais e multinacionais.

O presidente da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac), Henrique Tada, afirmou que a associação encaminhou na manhã desta terça-feira (31) a sugestão de adiar o reajuste dos medicamentos.

Segundo Tada, por estar prevista em lei, a alteração deve vir por meio de medida provisória.

Henrique Tada disse que a indústria conseguirá absorver esse adiamento e que isso será importante neste momento de crise.

De acordo com o site da Alanac, a entidade representa 53 laboratórios nacionais (cerca de 50% do total).

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Roberto Mayrink
Autor(a): Roberto Mayrink

Engenheiro, escritor e pesquisador autodidata. Criador de vários websites. Analista político. Conservador e monarquista. Estudioso de História, Genealogia, Heráldica e outras ciências relacionadas.

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