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O Arauto Brasileiro

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Paralimpíada: conheça mais sobre o parabadminton na Tóquio 2020

Modalidade será uma das duas estreantes no programa do megaevento

O parabadminton será uma das modalidades estreantes na Paralimpíada de Tóquio (Japão). Além dele, o parataekwondo também entra no programa do megaevento esportivo em 2021.

No parabadminton, os atletas utilizam uma raquete para golpear uma peteca na quadra dos adversários. As partidas são disputadas em uma melhor de três sets, com pontuação mínima de 21. Para vencer a parcial é necessária uma vantagem de, no mínimo, dois pontos até chegar à pontuação máxima de 30.

As disputas ocorrem individualmente ou em duplas (masculinas, femininas ou mistas), e os atletas são divididos em seis classes funcionais. A WH 1 (para cadeirantes com equilíbrio corporal moderado ou ruim), a WH 2 (para cadeirantes com equilíbrio corporal bom), a SL 3 e a SL 4 (para andantes com deficiências em membros inferiores), a SU 5 (para andantes com deficiências em membros superiores) e a SH 6 (para atletas de baixa estatura). As medidas da quadra são de 13,4 metros (m) por 6,10 m. Mas, em determinadas classes, apenas algumas áreas são consideradas válidas.

A partir de 1995, o esporte passou a ser gerenciado pela Associação Internacional de Badminton para Deficientes (IBAD, na sigla em inglês). E, em 1996, foi reconhecido pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês). No ano de 2009, o nome da entidade internacional que regula a modalidade foi alterado para Federação Mundial de Parabadminton (PBWF, na sigla em inglês) e, dois anos depois, ela foi integrada à Federação Mundial de Badminton (BWF, na sigla em inglês). Apenas em 2017 o esporte foi reconhecido como paralímpico. O primeiro Campeonato Mundial foi realizado em 1998, na Holanda. No Japão, as partidas serão realizadas nos dias quatro e cinco de setembro no Parque Florestal Musashino.

Brasil na modalidade

No Brasil, o esporte foi introduzido em 2006 e, desde 2011, o país participa de todos os campeonatos internacionais da modalidade. No evento da capital japonesa, Vitor Tavares será o único representante verde e amarelo. O curitibano de 22 anos possui hipocondroplasia congênita (popularmente conhecida como nanismo) e disputa na classe SH 6.

Em 2019 ele foi campeão Parapan-Americano, em Lima, quando a modalidade também estreou no evento. No Mundial daquele mesmo ano, ele conquistou três medalhas de bronze na Basileia (Suíça).

Conheça os esportes das Paralimpíadas de Tóquio 2020

Vôlei Sentado

Semelhante ao vôlei convencional, a modalidade estreou nos Jogos de 1980. A primeira participação do Brasil foi em 2008. O pais busca dobradinha no Japão, após bronze feminino na Rio 2016.

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Triatlo

No triatlo paralímpico, os competidores devem completar 750 metros de natação, 20 quilômetros (km) de ciclismo e 5 km de corrida. Brasil compete com quatro atletas e tem boas chances de medalhas.

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HALTEROFILISMO

Nos Jogos do Japão, país será representado por Ailton Souza, Bruno Carra, Evânio Rodrigues, João Júnior, Lara Lima, Mariana D´Andrea e Tayana Medeiros.

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Parabadminton

O paranaense Vitor Tavares será o único representante brasileiro na modalidade. Na classe SH 6 ele já conquistou três medalhas no Mundial de 2019, disputado na Suíça.

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Tênis de cadeira de rodas

Regras não diferem muito das seguidas no tênis convencional, a não ser pelos dois quiques em quadra, antes de a bola ser rebatida. Disputas começam em 26 de agosto.

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Bocha

Modalidade é voltada a atletas com grau severo de comprometimento. Brasil tem nove medalhas paralímpicas (seis douradas). Delegação terá recorde de 11 competidores.

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Tiro esportivo

Modalidade é dividida em duas classes: SH1 (atiradores que não requerem suporte para a arma) e SH2 (para os que utilizam suporte). Brasil terá Alexandre Galgani na disputa.

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Parataekwondo

Brasil conquistou duas medalhas no Mundial e cinco no Parapan de 2019. Em Tóquio, seleção é formada por Nathan Torquato, Silvana Fernandes e Débora Menezes.

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Tênis de mesa

O Brasil teve a melhor campanha na modalidade em uma edição dos Jogos no ano de 2016, no Rio de Janeiro, com a conquista de quatro medalhas (1 prata e 3 bronzes).

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Judô

Aos 50 anos de idade, veterano Antônio Tenório da Silva é o destaque da equipe brasileira, pois é o dono dos únicos quatro ouros do Brasil na modalidade.

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Esgrima

Brasil será representado por quatro atletas, entre eles, Jovane Guissone (foto), ouro nos Jogos de Londres (2012). Disputas começam às 21h da próxima terça-feira (24).

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Hipismo

Brasil será representado por quatro atletas, entre eles, Jovane Guissone (foto), ouro nos Jogos de Londres (2012). Disputas começam às 21h da próxima terça-feira (24).

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Goalball

Criada após a Segunda Guerra, a modalidade é a única dos Jogos que não é adaptada de um esporte convencional. A seleção masculina estreia às 21h da próxima terça (24).

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Canoagem

Na modalidade, o Brasil será representado por Adriana Gomes, Caio Ribeiro, Débora Benevides, Fernando Rufino, Giovane Vieira, Luis Carlos Cardoso e Mari Santilli.

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Ciclismo

No ciclismo paralímpico, os atletas utilizam bicicletas convencionais, triciclos e handbikes, que são impulsionadas pelas mãos. Brasil vai competir com cinco ciclistas no Japão.

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Natação

Modalidade está presente desde a primeira edição dos Jogos. No Japão, Brasil terá delegação renovada, mas com destaque à despedida das piscinas do veterano Daniel Dias.

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Remo adaptado

Brasil terá nove representantes, entre eles a dupla Michel Pessanha e Josiane Lima (foto), bronze em Pequim (2008). Competição será de quinta a sábado, a partir de 21h30.

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Atletismo

Atletismo é a modalidade na qual o Brasil faturou o maior número de medalhas em edições de Jogos Paralímpicos, o total de 142 (40 ouros, 61 pratas e 41 bronzes).

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Roberto Mayrink
Autor(a): Roberto Mayrink

Engenheiro, escritor e pesquisador autodidata. Criador de vários websites. Analista político. Conservador e monarquista. Estudioso de História, Genealogia, Heráldica e outras ciências relacionadas.

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