fbpx

O Arauto Brasileiro

O jornal da família tradicional brasileira

Paralimpíada: conheça a esgrima em cadeira de rodas na Tóquio 2020

Ouro em Londres 2012, Guissone é um dos quatro brasileiros na disputa

A delegação brasileira da esgrima em cadeira de rodas está em Tóquio com quatro atletas, um deles é Jovane Guissone, ouro na Paralimpíada de de Londres, em 2012, que vai em busca do segundo pódio no Japão. A medalha conquistada pelo gaúcho na espada individual continua sendo, até hoje, a única do país na esgrima, seja em Paralimpíadas ou Olimpíadas. As disputas na Tóquio 2020 começam na próxima terça-feira (24), dia da cerimônia de abertura, a partir das 21h (horário de Brasília).

Mônica Santos, Vanderson Luís Chaves Jovane Guissone e Carminha Oliveira são os esgrimistas que representarão o Brasil a partir da próxima terça-feira (24), na Paralimpíada de Tóquio - Reprodução Twitter/Conf Bras Esgrima

A modalidade adaptada à cadeira de rodas é uma das mais tradicionais dos Jogos e sua história está ligada ao próprio fundador do Movimento Paralímpico, o neurologista alemão Sir Ludwig Guttmann, naturalizado britânico. Após a Segunda Guerra Mundial, Guttmann organizou uma competição na cidade Stoke Mandeville (Inglaterra), que reuniu soldados veteranos com lesão na medula espinhal.

O evento deu tão certo que foi ampliado em 1952, passando a receber competidores da Holanda. Era o início de um movimento internacional que defendia esportes olímpicos para atletas com deficiência. O sonho de Guttmann se concretizou alguns anos depois, em Roma, com a realização em 1960 da primeira Paralimpíada da história, e a esgrima em cadeira de rodas foi uma das modalidades debutantes.  

Categorias

Os atletas competem em categorias, conforme o comprometimento físico. Na categoria A estão atletas com mobilidade no tronco, amputados ou com limitações de movimento. Já aqueles com menos equilíbrio e reduzida mobilidade no tronco disputam na categoria B. Por fim, na categoria C, estão os tetraplégicos, com dificuldades nos movimentos do tronco, mãos e braços.

Assim como na esgrima convencional, na modalidade adaptada as provas são com espada, sabre e florete, e o objetivo é o mesmo: vence que faz mais pontos a cada toque da ponta da arma no tronco do adversário. 

Brasileiros

Aos 38 anos, o medalhista Guissone (categoria B) chega com moral alto em Tóquio. As conquistas mais recentes na longa lista de triunfos do atleta são o ouro na espada em 2020 na Copa do Mundo de Eger (Hungria) e, um ano antes,  o bronze na espada na Copa do Mundo de Amsterdã (Holanda). Jovane começou a praticar esgrima há 13 anos, após sofrer uma lesão na medula ao ser atingido por disparo de arma de fogo durante um assalto. 

Também na categoria B está Vanderson Luís Chaves, de 27 anos. Nascido em Porto Alegre, o esgrimista tem no currículo duas prata seguidas no florete nas edições de 2016 e 2018 do Campeonato das Américas. Quando tinha 14 anos, Vanderson sofreu um acidente doméstico com arma de fogo, que lhe tirou a mobilidade das pernas.

A única estreante em Paralimpíada é a paranaense Carminha Oliveira, de 31 anos (categoria A), que se encantou por esportes em geral ao assistir as disputas da Rio 2016 pela tevê. A esgrimista foi prata na espada no Regional das Américas em Sakatoon (Canadá). Carminha tem uma atrofia na parte inferior da perna direita, em decorrência de uma vacina vencida de poliomielite. 

A segunda brasileira na disputa na categoria A é Mônica Santos, de 38 anos, os últimos oito dedicados à esgrima. A atleta, que estreou na Rio 2016, tem no currículo o feito de ter sido a primeira brasileira a ser campeã em um torneio internacional, com ouro no florete e bronze na espada no Regional das Américas de 2015, em Montreal (Canadá). Mônica ficou paraplégica após o parto, em razão de um angioma medular diagnosticado durante a gravidez.

Conheça os esportes das Paralimpíadas de Tóquio 2020

Vôlei Sentado

Semelhante ao vôlei convencional, a modalidade estreou nos Jogos de 1980. A primeira participação do Brasil foi em 2008. O pais busca dobradinha no Japão, após bronze feminino na Rio 2016.

Leia mais sobre o Vôlei Sentado


Clique aqui para ler sobre a modalidade

Triatlo

No triatlo paralímpico, os competidores devem completar 750 metros de natação, 20 quilômetros (km) de ciclismo e 5 km de corrida. Brasil compete com quatro atletas e tem boas chances de medalhas.

Leia mais sobre o Triatlo


Clique aqui para ler sobre a modalidade

HALTEROFILISMO

Nos Jogos do Japão, país será representado por Ailton Souza, Bruno Carra, Evânio Rodrigues, João Júnior, Lara Lima, Mariana D´Andrea e Tayana Medeiros.

LEIA MAIS SOBRE O HALTEROFILISMO

Clique aqui para ler sobre a modalidade

Parabadminton

O paranaense Vitor Tavares será o único representante brasileiro na modalidade. Na classe SH 6 ele já conquistou três medalhas no Mundial de 2019, disputado na Suíça.

Leia mais sobre o Parabadminton


Clique aqui para ler sobre a modalidade

Tênis de cadeira de rodas

Regras não diferem muito das seguidas no tênis convencional, a não ser pelos dois quiques em quadra, antes de a bola ser rebatida. Disputas começam em 26 de agosto.

Leia mais sobre o Tênis de cadeira de rodas

Clique aqui para ler sobre a modalidade

Bocha

Modalidade é voltada a atletas com grau severo de comprometimento. Brasil tem nove medalhas paralímpicas (seis douradas). Delegação terá recorde de 11 competidores.

Leia mais sobre o Bocha

Clique aqui para ler sobre a modalidade

Tiro esportivo

Modalidade é dividida em duas classes: SH1 (atiradores que não requerem suporte para a arma) e SH2 (para os que utilizam suporte). Brasil terá Alexandre Galgani na disputa.

Leia mais sobre o Tiro esportivo


Clique aqui para ler sobre a modalidade

Parataekwondo

Brasil conquistou duas medalhas no Mundial e cinco no Parapan de 2019. Em Tóquio, seleção é formada por Nathan Torquato, Silvana Fernandes e Débora Menezes.

Leia mais sobre o Parataekwondo

Clique aqui para ler sobre a modalidade

Tênis de mesa

O Brasil teve a melhor campanha na modalidade em uma edição dos Jogos no ano de 2016, no Rio de Janeiro, com a conquista de quatro medalhas (1 prata e 3 bronzes).

Leia mais sobre o Tênis de mesa

Clique aqui para ler sobre a modalidade

Judô

Aos 50 anos de idade, veterano Antônio Tenório da Silva é o destaque da equipe brasileira, pois é o dono dos únicos quatro ouros do Brasil na modalidade.

Leia mais sobre o Judô

Clique aqui para ler sobre a modalidade

Esgrima

Brasil será representado por quatro atletas, entre eles, Jovane Guissone (foto), ouro nos Jogos de Londres (2012). Disputas começam às 21h da próxima terça-feira (24).

Leia mais sobre a Esgrima

Clique aqui para ler sobre a modalidade

Hipismo

Brasil será representado por quatro atletas, entre eles, Jovane Guissone (foto), ouro nos Jogos de Londres (2012). Disputas começam às 21h da próxima terça-feira (24).

Leia mais sobre o Hipismo


Clique aqui para ler sobre a modalidade

Goalball

Criada após a Segunda Guerra, a modalidade é a única dos Jogos que não é adaptada de um esporte convencional. A seleção masculina estreia às 21h da próxima terça (24).

Leia mais sobre o Goalball

Clique aqui para ler sobre a modalidade

Canoagem

Na modalidade, o Brasil será representado por Adriana Gomes, Caio Ribeiro, Débora Benevides, Fernando Rufino, Giovane Vieira, Luis Carlos Cardoso e Mari Santilli.

Leia mais sobre a Canoagem


Clique aqui para ler sobre a modalidade

Ciclismo

No ciclismo paralímpico, os atletas utilizam bicicletas convencionais, triciclos e handbikes, que são impulsionadas pelas mãos. Brasil vai competir com cinco ciclistas no Japão.

Leia mais sobre o Ciclismo

Clique aqui para ler sobre a modalidade

Natação

Modalidade está presente desde a primeira edição dos Jogos. No Japão, Brasil terá delegação renovada, mas com destaque à despedida das piscinas do veterano Daniel Dias.

Leia mais sobre a Natação


Clique aqui para ler sobre a modalidade

Remo adaptado

Brasil terá nove representantes, entre eles a dupla Michel Pessanha e Josiane Lima (foto), bronze em Pequim (2008). Competição será de quinta a sábado, a partir de 21h30.

Leia mais sobre o Remo adaptado

Clique aqui para ler sobre a modalidade

Atletismo

Atletismo é a modalidade na qual o Brasil faturou o maior número de medalhas em edições de Jogos Paralímpicos, o total de 142 (40 ouros, 61 pratas e 41 bronzes).

Leia mais sobre o Atletismo


Clique aqui para ler sobre a modalidade

Se gostarem, compartilhem e divulguem nosso jornal, as nossas páginas e/ou perfis nas redes sociais:

Facebook GAB Instagram LinkedIn Minds Parler Telegram Tumblr Twitter WhatsApp YouTube

Para aqueles que quiserem contribuir com o nosso modesto jornal, dispondo de algum capital para financiar-nos, escaneiem nosso QR Code abaixo e financiem pelo PIX o nosso projeto de mídia independente de jornalismo conservador e de boa informação cultural.

Invista já no Arauto Brasileiro e fique sempre bem informado!

E não deixem de divulgar nossas redes sociais a outros amigos leitores e seguidores e para o maior número possível de pessoas, e sobre o nosso jornal online! Se inscrevam em nosso canal no YouTube, cliquem no sininho para continuarem a receber novidades sobre vídeos publicados no canal e curtam os vídeos para aumentar a nossa visibilidade e relevância na internet!

Para aqueles que quiserem realizar denúncias, fazerem reclamações, elogios, sugestões, ou ainda, quaisquer outras solicitações ao nosso jornal, basta clicarem nos links abaixo, que lhes dará acesso aos respectivos formulários, contribuindo para melhorarmos ainda mais o nosso projeto de mídia independente.

Denúncia Reclamação Elogio Sugestão Solicitação
Roberto Mayrink
Autor(a): Roberto Mayrink

Engenheiro, escritor e pesquisador autodidata. Criador de vários websites. Analista político. Conservador e monarquista. Estudioso de História, Genealogia, Heráldica e outras ciências relacionadas.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.