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O Arauto Brasileiro

O jornal da família tradicional brasileira

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“Comunidade, venham testemunhar a honra ou a desonra do policial militar do estado da Bahia […] Não vou deixar. Não vou permitir que violem a dignidade e honra do trabalhador”, afirmou, supostamente, sobre os abusos de autoridades cometidos durante as medidas restritivas do lockdown. “Eu quero trabalhar com honra, com dignidade. Eu não vou mais prender trabalhador. Não entrei na polícia para prender pai de família. Quero trabalhar com dignidade, porque sou policial militar da Bahia”, disse ele. A família informou que Wesley Góes nunca tinha apresentado qualquer tipo de surto. O PM era noivo e trabalhava na 72ª CIPM havia quatro anos. Ele chegou a ser socorrido pelo Samu e levado para o hospital, mas não resistiu.