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O Arauto Brasileiro

O jornal da família tradicional brasileira

“Comunidade, venham testemunhar a honra ou a desonra do policial militar do estado da Bahia […] Não vou deixar. Não vou permitir que violem a dignidade e honra do trabalhador”, afirmou, supostamente, sobre os abusos de autoridades cometidos durante as medidas restritivas do lockdown. “Eu quero trabalhar com honra, com dignidade. Eu não vou mais prender trabalhador. Não entrei na polícia para prender pai de família. Quero trabalhar com dignidade, porque sou policial militar da Bahia”, disse ele. A família informou que Wesley Góes nunca tinha apresentado qualquer tipo de surto. O PM era noivo e trabalhava na 72ª CIPM havia quatro anos. Ele chegou a ser socorrido pelo Samu e levado para o hospital, mas não resistiu.

“O choro é livre”: na Globo, Maju Coutinho declara seu apoio à “eficácia do isolamento social no combate à pandemia”. A jornalista despertou a fúria dos brasileiros que são contrários as medidas radicais de “prevenção ao COVID-19”. A fala da apresentadora fez com que seu nome e a hashtag “#GloboLixo” ficassem entre os assuntos mais comentados no Twitter.

A atual geração vem confirmando um antigo adágio: “homens fortes criam tempos fáceis e tempos fáceis geram homens fracos, mas homens fracos criam tempos difíceis e tempos difíceis geram homens fortes”. Nós acrescentamos que famílias fortes geram filhos fortes bem educados, e moralmente imbatíveis. O contrário também é verdade.

Para quem achar que esse texto se refere a vitimismo reverso, pode por “as barbas” de molho: mulheres que são mais agressivas e mais abusivas que os homens existem sim! E elas podem se proliferar, castrando os próprios filhos homens, substituindo uma boa educação moral pela supressão dos seus instintos masculinos, sob a argumentação da “cultura de não-violência” e do combate à “masculinidade tóxica”.